terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Psicologia Soviética ou Psico-Pilantragem?

por Heitor de Paola
A Omissão da Verdade do Ministério da Injustiça acabou de perpetrar mais uma manobra tipicamente soviética: a Clínica do Testemunho. Dá vontade de rir e até parece uma psico-palhaçada, mas é para valer, uma forma tipicamente soviética de angariar “testemunhos” dos que pleiteiam uma vida boa sem trabalhar auferindo mimos da anistia a guerrilheiros e terroristas que queriam levar este país a um paraíso à cubana.
No jornal O Globo (onde mais?) de domingo (19), sob o pomposo título “Tocando as feridas em busca da redenção”, fala-se que os “torturados da ditadura procuram clínica do testemunho, oferecidas pelo governo para aprender a lidar com o que viveram”. 
Tadinhos, não? Só queriam o bem de nosso país e os malvados militares os prenderam e torturaram sem nenhum motivo, só por sadismo típico de milicos! Eles nem conseguiam falar sobre o que aconteceu de tão traumatizados! Mas, felizmente, o governo da República popular socialista conseguiu alguns pseudo-psicanalistas abnegados que, gratuitamente, os ajudam a “superar seus traumas”. Quatro “testemunhos” são relatados. 
No mínimo um parece palhaçada, pois acusa os milicos de responsáveis por seu pai cornear sua mãe e estabelecer nova família na região do Araguaia, onde pacificamente lutava pela reforma agrária! Atenção esposas corneadas do Brasil, uni-vos e entrem com pedido de indenização porque a culpa é dos milicos! Palhaçada? Não, não é: é método soviético de extorquir informações da mesma forma que se fazia nos famosos “julgamentos de Moscou” na década de 30.
Outro se declara um herói: como sua clandestinidade ameaçava sua família, entregou-se heroicamente no I Exército, hoje Comando Militar do Leste.
Todos os quatro - e pode-se imaginar quem mais procura esta “clínica” -, faziam parte de respeitáveis instituições democráticas: Ala Vermelha do Partido Comunista, VAR-Palmares, guerrilha do Araguaia e Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).
Por que será que os milicos implicaram com pessoas tão bondosas e abnegadas que só pensavam no bem do Brasil, militantes em tais instituições beneficentes, comparáveis às Santa Casas e Beneficências que viviam à custa de santos doadores como Fidel Castro, Mao Zedong, Nikita Kruschev, Leonid Brejnev, Yuri Andropov e tantos outros incontáveis que só queriam o bem da humanidade, eliminando todos os desgraçados exploradores do povo (“apenas” cerca de 130 milhões). 
Milicos malvados! É claro que pessoas tão bondosas tenham ficado traumatizadas (a teoria do trauma foi abandonada há mais de cem anos!) com a incompreensão de suas maravilhosas intenções e os julgassem apenas assassinos, ladrões, sequestradores e o escambau!
Uma pérola da reportagem:
os trabalhos clínicos são acompanhados por um trabalho teórico que servirá como uma espécie de guia para o tratamento não apenas de outras vítimas da ditadura como o das vítimas da “ditadura social que existe até hoje, dos Amarildos, decorrentes de uma ainda forte repressão”, comenta Maria Beatriz Vannuchi, “psicanalista” (sic) de São Paulo, que acrescenta: Precisamos lidar de forma mais abrangente com esta catástrofe social”.
Ué, desde 85 não tem mais milicos no poder e há dez anos o PT está lá! Como pode? Aí estamos de acordo: desde 85 o Brasil vive uma catástrofe social de grande envergadura, cada vez mais aprofundada pelo petismo, depois do desastre do tucanato!
Será coincidência que tantas notícias sobre a “ditadura” surjam recentemente, logo quando os milicos e os civis reacionários se preparam para comemorar os 50 anos da Contra-Revolução de 1964?
* * *
Estas “clínicas” são a consequência lógica do que venho denunciando há anos: a invasão das instituições psicanalíticas, psiquiátricas e psicológicas pelo marxismo cultural, baseado nas teses da Escola de Frankfurt e seus principais expoentes: Erich Fromm, Herbert Marcuse e também pela influência direta de analistas formados em Buenos Aires, onde estudaram com Marie Langer a qual, de psicanalista virou guerrilheira na Nicarágua sandinista.
Outra fonte veio da Inglaterra por um grupo que levou para um congresso em Cuba um “trabalho” em que louvava os excelentes cuidados prestados pelo governo cubano, que eliminava a necessidade de tratamento para os nascidos depois da revolução que seriam, pelos bons tratos que lhes eram dispensados, mentalmente sadios. Tais instituições tornaram-se filiadas ao comunismo, contando inclusive com ensino de marxismo e o patrulhamento ideológico típico dos comunistas, o que foi uma das razões de eu ter me afastado de todas elas.
Heitor de Paola é Escritor
Fonte:  Heitor de Paola
citado no Alerta Total

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Pedrinhas: mais uma ponta dos icebergs do caos

por Marco Antonio dos Santos
Os acontecimentos no complexo penitenciário de Pedrinhas no Maranhão são apenas mais uma das inúmeras pontas de icebergs que estão imersos no caos das más políticas públicas ou da ausência delas nas administrações federal e estaduais desde 2003.
Para qualquer setor que se olhe – saúde, educação, economia, social, defesa ou segurança – o que se observa são inciativas desconexas, traduzidas em programas pouco transparentes, embora se afirme o contrário, sempre citando números elevados para os investimentos previstos para aplicação e que, quase rotineiramente, passado algum tempo, são constatados escândalos envolvendo desvios fraudulentos.
Inúmeras são as demonstrações inequívocas de que o país navega sem rumo definido, a não ser em direção ao tal padrão FIFA, que ninguém sabe bem a quem ou ao que serve tal paradigma. Bem, talvez alguns saibam. Mas que custa caro, ah, isso custa.
A única política, nem clara e nem transparente a bem da verdade, mas bem identificada pelos efeitos nefastos que está trazendo aos cidadãos, é a do desarmamento civil. Essa é inegável, sempre sob a ótica de que desarmando o cidadão de bem, em prazo que ninguém é capaz de prever, também os bandidos ficarão, como que por encanto, desarmados, vem sendo empreendida com eficaz empenho dos burocratas sem visão a serviço da mediocridade dos mentores da idéia.
Ninguém defende melhor a si próprio, a seus entes queridos e aos seus bens do que o próprio individuo ameaçado. Isso é antológico.
Mas o estatismo impregnado na cabeça dos socialistas ultrapassados, com visão de fins do século XVIII, que ocupam o governo, republicanamente eleitos, convém afirmar, persistem na intenção de manter a tudo sob controle, pessoas, bens, produção e economia, como se isso fosse possível. Daí o intento de penhora da vida do cidadão às forças de segurança do Estado. Pedrinhas é o paradigma do fracasso na busca desse objetivo.
O resultado é claro: não reaja, não faça nada, leve dinheiro para dar aos bandidos, não frequente lugares bucólicos isolados, não saia a noite; negando ao brasileiro o direito de ir e vir, à propriedade e à legítima defesa, em última instância.
Mais um dos resultados dessa desorientação aí está.
Facções criminosas dominam os presídios, estabelecendo todos os ditames de conduta aos presos que passam a ter missões a cumprir nos "saidões" (matando policiais, magistrados, promotores e indivíduos incômodos; praticando roubos e furtos, sequestrando etc); cedendo suas companheiras para abuso de chefões durantes períodos de visita; traficando drogas; comandando suas organizações e outras ações delituosas de dentro dos estabelecimentos penais; corrompendo policiais e agentes penitenciários a quem são oferecidas apenas duas oportunidades: aceitar ou morrer. E por aí vai.
O que o país precisa é de governo.
Governo que tenha capacidade de prever e empreender politicas antidrogas e de prevenção ao uso delas; políticas de segurança e ordem publicas integradas á outras de cunho social com objetivos bem definidos e não apenas para dar dinheiro sem retorno; políticas de saúde pública que reduzam a violência vista nas portas de hospitais públicos diariamente; políticas de repressão aos tráficos de pessoas, drogas, armas (as armas que desequilibram a segurança pública são pistolas semiautomáticas, fuzis, metralhadoras, granadas, artefatos explosivos com meios de lançamento e outros itens bélicos contrabandeados, não os "revolverzinhos" 38 do cidadão) e pirataria; políticas anticorrupção e contra corrupção efetivas, não os arremedos divulgados; políticas de desaparelhamento político da administração pública que tragam competência à gestão de setores técnicos do governo, como SENAD, SENASP, DPF e DEPEN, independentes de cotas partidárias que nutrem feudos ineficientes e corruptos; e políticas penitenciárias que diferenciem pessoas atuantes no crime estruturado, de praticantes ocasionais de delitos, de criminosos passionais e de portadores de síndromes associadas à violência..
É bem oportuno lembrar, tal e qual em situações de crise congêneres, no episódio presente do complexo prisional de Pedrinhas, as autoridades, como que em passes de mágica desparecem. Filho feio não tem dono, como diz o dito popular. É bom ser mandatário em coquetéis, solenidades e viagens ao exterior. Aliás, alguém tem visto a Secretária Nacional de Segurança Pública por aí? Ou a presidenta e seu ministro da (in)Justiça?
É fato também que o Legislativo não faz a sua parte e o Judiciário tenta remendar o processo dentro do que é possível no estamento legal brasileiro.
O importante é que a avalanche da desagregação social ganha dimensão de incontrolabilidade e se aproxima rápida. Estão sendo ignorados os sinais de 20 de junho de 2013, quando as massas começaram o processo de tomada das ruas.
O poder das massas, embora democrático, não é bom quando não institucionalizado sob o manto da democracia.
Talvez, tenhamos um caos de violência em junho / julho de 2014 se persistirem os fatores determinantes agora vistos, depois o Brasil terá eleições. É bom pensar em quem votar.
As situações que aí estão são de total responsabilidade dos políticos que aí também estão.
Com diz um dito do interior: se não podemos trocar a carniça, troquemos as moscas.
Marco Antonio dos Santos, Empresário
 e professor, é Analista de Inteligência estratégica
Fonte:  Alerta Total

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Honi Soit Qui Mal y Pense!!






quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Vítimas do Terrorismo - Janeiros

Neste janeiro de 2014, reverenciamos os que, em janeiros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.
Nestes tempos de esperança, cabe-nos lutar para que recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima - (Marinha Mercante - Rio Negro / AM)
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, o qual, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.
04/01/69 - Waldemar Carneiro de Brito - (Soldado PM/CE - Fortaleza/CE)
Na madrugada de 4/01/69, por volta de 2h, quatro integrantes da Ação Libertadora Nacional invadiram a FENACE (Feira Nacional do Ceará) na Avenida Bezerra de Menezes, bairro de São Gerardo, onde encontravam-se expostas várias armas, como metralhadoras, revólveres e munições, para se apossar do material exposto. O Soldado Waldemar Carneiro de Brito, vigia do estande da Polícia reagiu ao assalto, havendo uma troca de tiros com os guerrilheiros, que usavam máscaras e revólveres. O PM levou três tiros e veio a falecer. Uma ação totalmente inútil pois os bandidos nada levaram, e se levassem nada poderia ser usado pois as armas e munições estavam todas inutilizadas.
07/01/69 – Alzira Baltazar de Almeida - (Dona de casa – Rio de Janeiro / RJ)
Uma bomba jogada por terroristas, embaixo de uma viatura policial, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou a jovem Alzira, de apenas 18 anos de idade, uma vítima inocente que na ocasião transitava na rua.
11/01/69 – Edmundo Janot - (Lavrador – Rio de Janeiro / RJ)
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que havia montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.
29/01/69 – Cecildes Moreira de Faria (Subinspetor de Polícia) e José Antunes Ferreira (Guarda Civil) – BH/MG
Durante a abordagem de um um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo, identificado por Pedro Paulo Bretas, “Kleber”, a equipe de segurança foi recebida por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva, “Cesar” ou “Miranda”, que, com onze tiros, mataram o Subinspetor Cecildes Moreira da Silva, que deixou viúva e oito filhos, e o Guarda Civil José Antunes Ferreira, ferindo, ainda, o Investigador José Reis de Oliveira. No interior do “aparelho”, foram presos o assassino Murilo Pinto Pezzuti da Silva e os terroristas do Colina: Afonso Celso Lana Leite, ”Ciro”; Mauricio Vieira de Paiva, ”Carlos”; Nilo Sérgio Menezes Macedo; Júlio Antonio Bittencourt de Almeida, “Pedro”; Jorge Raimundo Nahas, “Clovis” ou “Ismael”; Maria José de Carvalho Nahas, “Celia” ou “Marta”, e foram apreendidos um fuzil FAL, cinco pistolas, três revólveres, duas metralhadoras, duas carabinas, duas granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino - (Sargento PM – São Paulo / SP)
Morto a tiros por terroristas.
07/01/71 – Marcelo Coimbra Tavares - (Estudante – 14 anos - MG)
Morto por terroristas durante um assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais.
Participaram da ação: Milton Campos de SouzaNewton Moraes, Aldo Sá Brito, Marcos Nonato da Fonseca e Eduardo Antonio da Fonseca.
18/01/72 – Thomaz Paulino de Almeida - (Sargento PM – São Paulo / SP)
Morto, a tiros de metralhadora, no bairro Cambuci, por um grupo terrorista que roubou o seu carro.
Autores do assassinato: João Carlos Cavalcante Reis, Lauriberto José Reyes e Márcio Beck Machado, todos integrantes do Movimento de Libertação Nacional (Molipo).
Otávio Cabral, em biografia de José Dirceu, o envolve indiretamente nesse crime:  Segundo o depoimento do fiscal de obras Lazaro Finelli, dois homens tentaram roubar o Fusca do policial Thomas Paulino de Almeida, que reagiu, dando um soco no rosto de um deles [José Dirceu]. O outro rapaz, então, atirou na cabeça do PM, que morreria no local” (CABRAL, Otávio. Dirceu a Biografia – Do Movimento Estudantil a Cuba. Da Guerrilha à Clandestinidade. Do PT ao Poder. Do Palácio ao Mensalão. Record, Rio, 2013, pag 88-89)
As famílias dos assassinos João Carlos Cavalcante Reis e Lauriberto José Reyes foram indenizadas pela Lei nº 1.140/95.
20/01/72 – Sylas Bispo Feche - (Cabo PM São Paulo / SP)
O cabo Sylas Bispo Feche, integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda, quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi, covardemente, metralhado por eles.
Os assassinos do cabo Feche, ambos membros da Ação Libertadora Nacional (ALN), mortos no tiroteio que se seguiu, foram Gelson Reicher, “Marcos”, que usava identidade falsa com o nome de Emiliano Sessa, chefe de um Grupo Tático Armado (GTA) e já tinha praticado mais de vinte atos terroristas, inclusive o seqüestro de um médico; e Alex Paula Xavier Pereira, “Miguel”, que usava identidade falsa com o nome de João Maria de Freitas, com curso de guerrilha em Cuba e autor de mais de quarenta atos terroristas, inclusive atentados a bomba na cidade do Rio de Janeiro.
As famílias dos assassinos Gelson Reicher e Alex Paula Xavier Pereira foram indenizadas pela Lei nº 9.140/95.
25/01/72 – Elzo Ito - (Estudante – São Paulo / SP)
Aluno do Centro de Formação de Pilotos Militaresmorto por terroristas que roubaram seu carro.
Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.
Texto adaptado de: TERNUMA

COMENTO: por uma questão de justiça, também lembrarei aqui alguns membros de organizações terroristas mortos por seus companheiros de luta. Para isso, reproduzo um fato, ocorrido em 1970, conforme relatado no Projeto Orvil, denominado pela imprensa como o livro secreto do CIE. Em sua página 520 (486),  podemos ler:
"Pretendendo aumentar a potência de fogo do grupo, foi realizado, por volta das 14 horas do dia 25 de janeiro, um assalto à Fábrica do Andaraí, do Exército. O alvo eram as metralhadoras das sentinelas que se mantinham nas ruas. Divididos em dois grupos, os assaltantes esperavam um sinal de Carlos Eduardo Fayal de Lira para iniciar a ação, atacando simultaneamente os dois soldados. Dado o sinal, o grupo chefiado por Paulo Henrique Rocha Lins acovardou-se e não atacou a sentinela. O segundo grupo, chefiado por Fayal de Lira agrediu a coronhadas o soldado George de Souza, ferindo-o na cabeça e retirando-lhe a metralhadora. Durante a fuga, no interior do Volkswagen usado na ação, Mário de Souza Prata, ao tentar desengatilhar a arma, provocou um disparo, atingindo mortalmente Luiz Afonso Miranda Costa Rodrigues, que se encontrava no banco dianteiro. Por volta das 16 horas, o carro foi encontrado na Rua Teodoro da Silva, com o cadáver de Luiz Afonso no banco dianteiro."
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