quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Folha Publica Deputado Comunista e Mentiroso

por Janer Cristaldo
O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), presidente do Grupo Parlamentar Brasil-China, ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro da Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais celebrou hoje na Folha de São Paulo os 60 anos da revolução chinesa, que serão comemorados amanhã.
Segundo o velho comunista, a revolução “mudou a história dessa grande nação asiática e influencia de forma decisiva as estratégias geopolíticas e econômicas da atualidade. Hoje, a contribuição da China para o crescimento mundial é superior à dos EUA e sua economia é considerada mais aberta que a do Japão pelos padrões internacionais. E, se podemos dizer que a China de economia agrária corresponde a um país de passado remoto, vale dizer também que a China dos produtos de baixo valor agregado já pertence ao passado recente, uma vez que se amplia a presença de mercadorias de alta tecnologia na pauta de exportações chinesas”.
E prossegue: “O que chama a atenção na revolução chinesa de 1949 é o fato de a construção da nova China ter se dado sobre base econômica extremamente atrasada, o que tornou desafios e conquistas ainda mais surpreendentes. Nos anos que precederam a conquista do poder pelo Partido Comunista, a atividade industrial moderna representava 10% da produção nacional, contra 90% da agricultura e da indústria artesanal. Era uma base "pobre e inexpressiva", como costumam definir os próprios chineses. A reforma agrária posta em marcha pelo governo revolucionário golpeou a estrutura feudal e dos senhores da guerra e liberou a força produtiva de 300 milhões de camponeses, que puderam ter acesso à terra e dedicar-se com entusiasmo à produção”.
Não bastasse isto, continua: “O Estado aboliu oficialmente atividades consideradas degradantes, como a dos eunucos e a das concubinas, e desenvolveu campanha contra o comércio e o uso do ópio. Em 1952, a produção industrial chinesa já havia aumentado 77,6% em relação a 1949, ano da revolução. Os salários dos trabalhadores tiveram ganho de 70%, e a renda dos agricultores, um aumento de 30% em relação ao período anterior”.
Só esqueceu um pequeno detalhe. O Livro Negro do Comunismo debita a Mao 65 milhões de cadáveres em tempos de paz. Em Mao, a História Desconhecida, de Jung Chang e Jon Halliday, os autores falam em 70 milhões. 65 ou 70, não se tem notícia na História de homem que, sozinho, tenha matado tanto. Entre 58 e 61, no Grande Salto para a Frente, 28 milhões de chineses morreram de fome. Segundo Jung Chang, foi a maior epidemia de fome do século XX - e de toda história registrada da humanidade. A China produzia carne e grãos, mas Mao exportava estes produtos para a União Soviética, em troca de armas e tecnologia nuclear. Segundo o Grande Timoneiro, como era chamado Mao, as pessoas "não estavam sem comida o ano todo - apenas seis ou quatro meses".
Aldo Rebelo é uma flor de eufemismos quando fala do Grande Salto: “A partir daí, a China conheceu uma fase de turbulências marcada por dois movimentos: o primeiro, o Grande Salto à Frente, de caráter voluntarista, buscava alcançar resultados econômicos acima das possibilidades reais e das condições do país. A economia chinesa declinou rapidamente por três anos consecutivos, e o povo viu-se ante grandes dificuldades”. Como militante comunista, informações não lhe hão de faltar. Omitiu acintosamente os 28 milhões de chineses que morreram de fome durante o Grande Salto.
Para Mao, morrer fazia parte da vida. Era preciso que as pessoas partissem para dar lugar às que chegavam. Claro que jamais lhe ocorreu perguntar se alguma pessoa aceita partir antes do devido tempo. "Vamos considerar quantas pessoas morreriam se irrompesse uma guerra - diz Mao. Há 2,7 bilhões de pessoas no mundo. Um terço poderia se perder; ou um pouco mais, poderia ser a metade. Eu digo que, levando em conta a situação extrema, metade morre, metade fica viva, mas o imperialismo seria arrasado e o mundo inteiro se tornaria socialista."
A partir de 1953, foi imposto o confisco em todo o país, a fim de extrair mais alimentos para financiar o Programa de Superpotência. A estratégia era simples: deixar para a população apenas o suficiente para que permanecesse viva e tomar todo o resto. Segundo Chang, Mao via vantagem práticas nas mortes em massa. "As mortes trazem benefícios", disse em 1958. "Elas podem fertilizar o solo". Os camponeses receberam ordens para plantar sobre os túmulos. Usar luto foi proibido e até mesmo derramar lágrimas, pois segundo Mao a morte deveria ser celebrada.
O homem que brilha sobre o Leste – este é o significado de Tse Tung - não se contentou em matar e torturar. Procurou também humilhar a inteligência. Em 1966, durante o Grande Expurgo, fez arrastar e maltratar professores e funcionários da universidade de Pequim diante da multidão. "Seus rostos foram pintados de preto e puseram chapéus de burros em suas cabeças. Forçaram-nos a ajoelhar-se, alguns foram espancados e as mulheres foram sexualmente molestadas. Episódios semelhantes se repetiram em toda a China, provocando uma cascata de suicídios."
Os Guardas Vermelhos invadiram casas onde queimaram livros, cortaram pinturas, pisotearam discos e instrumentos musicais - conta-nos Yung Chang - destruindo tudo em geral que tivesse a ver com cultura. Confiscaram objetos valiosos e espancaram seus donos. Ataques sangrentos a residências varreram a China, fato que o Diário do Povo saudou como "simplesmente esplêndido". Muitos dos que sofreram os ataques foram torturados até a morte em seus lares. Alguns foram levados para câmaras de tortura improvisadas em antigos cinemas, teatros e estádios. Guardas Vermelhos vagando pelas ruas, fogueiras de destruição e gritos das vítimas: esses eram os sons e as cenas das noites do verão de 1966.
Que um tirano mate, isto nada tem de original. Faz parte de sua estratégia para manter-se no poder. O que mais me causa espécie em Mao foi um episódio de seu regime que bem demonstra a insanidade de homens que se atribuem poderes absolutos. Sigo ainda o relato de Yung Chang. "Um dia, Mao teve a brilhante idéia de que uma boa maneira de manter os alimentos seguros era se livrar dos pardais, pois eles comiam grãos. Então designou esses passarinhos como uma das Quatro Pragas que deveriam ser eliminadas, junto com ratos, mosquitos e moscas, e mobilizou toda a população para sacudir paus e vassouras e fazer uma algazarra gigantesca, a fim de assustar os pardais e impedi-los de pousar, de tal modo que eles cairiam de fadiga, seriam capturados e mortos pelas multidões".
Vi certa vez um documentário sobre esta insânia. Milhares de chineses perseguiam pardais por ruas, árvores e telhados, businando, batendo latas e tambores. Que Mao matasse, até que se entende. O mais difícil de entender é ver um líder levando milhões de chineses a matar pássaros... no grito. O problema é que estes pássaros, além de comer grãos, eliminavam muitas pragas, "e não é preciso dizer que muitas outras aves morreram na farra da matança. Pragas que eram mantidas sob controle pelos pardais e outros pássaros floresceram, com resultados catastróficos. Os argumentos dos cientistas de que o equilíbrio ecológico seria afetado foram ignorados".
Resultado da Grande Matança de Pardais: o governo chinês acabou pedindo, em nome do internacionalismo socialista, que os russos enviassem 200 mil pardais do leste da União Soviética assim que possível. E durante anos houve quem cultuasse no mundo todo - e principalmente entre nós - como salvador da humanidade, este assassino ridículo.
A Folha de São Paulo – jornal onde gostei de trabalhar – já não é mais o que era. Além de dar colunas a um senador corrupto, a um deputado corrupto e a um jornalista bolsa-ditadura, publica hoje este esta excrescência de um deputado comunista e mentiroso.
O que não deixa de ser uma redundância. Ou alguém conhece algum comunista que não seja mentiroso?
Fonte: Janer Cristaldo
COMENTO: publiquei, abaixo, um outro texto sobre a China de hoje, exemplo de democracia para os retardados mentais que ainda perseguem o comunismo como modelo a ser alcançado. Tem que ter muita merda no lugar do cérebro!

Cárceres Clandestinos Multiplicam-se Como Fungos em Pequim

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Uma jovem de 20 anos originária de Jieshou, província de Anhui, descreveu seu seqüestro pela polícia e internação num “cárcere negro” ou clandestino de Pequim, informou o diário The Washington Times”. O nome da moça não foi publicado para evitar represálias da “democracia socialista”.
A existência desses cárceres secretos ficou notória durante os Jogos Olímpicos.
Desde essa época eles se multiplicam como fungos, escreveu o jornal americano. Exteriormente parecem ser hotéis, ou fábricas abandonadas, mas dentro funcionam presídios administrados pela polícia.
Nesses locais, as vítimas são ameaçadas, espancadas ou mortas se não desistirem da queixa contra a administração do Partido Comunista e se não voltam logo para sua cidade.
A jovem fez o que fazem milhares de chineses: pegou o trem para ir apresentar uma queixa ante o governo em Pequim. Porém, pouco depois de chegar foi seqüestrada pela polícia perto da centralíssima Praça Tianannem e jogada numa cela com outras detentas (foto acima).
Acabou sendo violada por um guarda. Onze testemunhas viram a agressão. O crime revoltou os presos que arrebentaram portas e grades e fugiram. O guarda responsável também fugiu.
O povo chama esses “hotéis” da repressão de “cárceres negros” (foto ao lado). As autoridades regionais avisam a Pequim da partida de descontentes que tencionam apresentar queixa diante do governo central pelos mais variados motivos, até econômicos ou de emprego.
Os queixosos são aguardados por policiais ou bandidos a soldo que agem do mesmo modo. O grupo de advogados Chinese Human Rights Defenders documentou o funcionamento de mais de uma dúzia desses “cárceres negros” na capital chinesa. Neles, centenas de cidadãos descontentes são rotinariamente encarcerados, diz o pesquisador Wang Songlian.
O regime socialista nega, mas ninguém acredita nele. Nada indica que esses cárceres negros estejam em diminuição e não há perigo que o presidente Obama venha a se interessar pelos direitos humanos de opositores do comunismo. Se fossem esquerdistas ou islâmicos provavelmente a regra seria a inversa, e a mídia estaria martelando sem cessar os crimes em série dos cárceres clandestinos da ditadura chinesa.

Um Plenário de Imbecis

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Um espetáculo deprimente o depoimento do ministro das Relações Exteriores do Brasil no Senado da República. Não pelo que o rato rugiu, mas pelo que lhe foi inquirido pelos bambis que habitam o plenário.
O despreparo dos senadores, especialmente de oposição, deixam claro que nós, eleitores, dependemos de nós mesmos e que reeleição deve ser uma palavra proibida em nosso vocabulário. Estes senadores nos provam, todos os dias, que não merecem continuar ali.
Assistir senadores de oposição caindo no ridículo de discutir uma suposta invasão da embaixada brasileira foi a gota d'água. Este perigo nunca existiu. Esta ameaça jamais aconteceu. Este é um factóide criado a quatro mãos por Zelaya e a diplomacia vergonhosa do Brasil com o objetivo de mascarar a real gravidade do que ocorreu.
O Brasil planejou junto com Hugo Chávez criar uma comoção internacional, com a volta do defenestrado, para que Lula brilhasse na Assembléia da ONU. O tiro saiu pela culatra e Hugo Chávez mandou entregar Zelaya na Embaixada do Brasil.
Somente as mentes idiotas dos nossos senadores para imaginar que um prédio cercado pelo Exército, filmado 24 horas por dia pela imprensa internacional possa, de repente, ser invadido ante os olhares do mundo, para quê? Para prender quem já está preso? Para chamar a si a responsabilidade de manter Manuel Zelaya encarcerado em uma prisão qualquer? Se esta hipótese tivesse algum nexo, por que Zelaya foi mandado embora no momento seguinte em que foi deposto?
Hoje, Celso Ratito Amorim, como é saudado em Honduras, riu ironicamente da burrice e da falta de informação dos senadores de oposição do Brasil. Foi como ver a Dilma surrando o Agripino sem que este levantasse e botasse o dedo na cara da guerrilheira assaltante de bancos, totalmente prostrado no gesto mais covarde que já existiu nesta legislatura.
Nós não merecemos um Senado como esse, que consegue ser dominado e derrubado pelos mais vis componentes deste governo mentiroso, incompetente e corrupto.
Durmam bem, senadores. Amanhã vocês têm que recusar o relatório do TCU, recomendando a paralisação de mais de 40 obras superfaturadas, entregando a chave do cofre para o Lula e a Dilma.
É para isso, exclusivamente, que os senhores servem. Para passar recibo ao caixa dois da História.
COMENTO: para que serve essa vara de vagabundos, cada um com mais de cem (100) aspones, além de nos extorquir as verbas que deveriam ser destinadas à saúde, educação, moradia, segurança saneamento, transportes públicos e outros direitos básicos dos cidadãos, mas que acabam servindo para pagar as amantes desses patifes, suas viagens a serviço da patifaria turística, seus telefones celulares em mãos de filhinhas "patricinhas", os empregos dos filhos, netos e netas e seus maridos, namorados, amantes, comedores, etc. Cambada de canalhas!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

La Traición del Brasil

por Silvio Avilez Gallo
Ex Embajador de Nicaragua en Chile
La República Federativa del Brasil se ha ganado un lugar respetable en el seno de los países latinoamericanos no sólo por la inmensidad de su territorio y por contar con la población más numerosa, sino también porque a través de sus 187 años de vida independiente ha dado ejemplo de cohesión en un continente donde las luchas fratricidas lograron desintegrar la unidad de lo que debió ser la otra gran mitad del legado colonial hispano-lusitano.
A diferencia de sus vecinos, el Brasil no proclamó su independencia de manera violenta ni adoptó inmediatamente la forma republicana de gobierno, a imitación de los Estados Unidos, puesto que la separación de la metrópoli no fue traumática sino gradual y absolutamente pacífica, ya que Pedro I asumió la corona como Rey del Brasil, hijo del monarca de Portugal, y fue proclamado emperador del Brasil en 1822. Muy inteligentemente, Portugal y el Imperio del Brasil forjaron una estrecha relación que evitó al naciente país el paso por las convulsiones dejadas por las guerras intestinas y con sus vecinos y le permitió consolidar su unidad y desarrollarse como nación hasta las postrimerías del siglo XIX, cuando adoptó el régimen republicano. La República fue proclamada en 1889, cuando la mayor parte de sus vecinos ya habían conocido el fraccionamiento, la dictadura, las revoluciones, la ocupación extranjera y los inevitables despojos territoriales. De haber seguido el ejemplo de sus hermanos, el Brasil sería hoy día seguramente un conglomerado de repúblicas de habla portuguesa, unidas por la lengua y la historia común como lo son los países al sur del Río Grande.
El actual mandatario, Luis Inácio Lula da Silva, había demostrado durante su gobierno mucha habilidad para mantenerse al margen del enfrentamiento que caracteriza a varios países de la región a causa de la beligerancia del dictador venezolano Hugo Chávez y su pretensión hegemónica de imponer su utópico y trasnochado socialismo del siglo XXI bajo la seductora y tramposa denominación de “Revolución Bolivariana”, a la usanza de la izquierda carnívora, que utiliza los nombres de héroes americanos como Bolívar, Morazán, Zapata, Sandino y otros para sus fines aviesos. Lula da Silva había logrado hasta ahora mantener una prudente distancia de su par venezolano, a pesar que ideológicamente está más que identificado con la causa de un izquierdismo un tanto más moderado —la izquierda vegetariana— como el que defienden otros mandatarios de la región. Pero la crisis hondureña hizo que finalmente se quitara la careta de moderado y apareciera finalmente el rostro inconfundible del sindicalista resentido.
Haciendo causa común con Chávez, Castro, Correa, Ortega, Morales, Obama y demás integrantes del “Club de los Zurdos”, el Presidente Lula da Silva acaba de ser protagonista de un vodevil con la repentina aparición del depuesto aprendiz de dictador Manuel Zelaya en la sede diplomática brasileña en Tegucigalpa. No es necesario mencionar al autor del libreto porque se sabe de sobra quién es. Lo grave en este caso es que Lula haya osado exponer y arriesgar su bien ganado prestigio de moderado al prestarse a una maniobra digna de típicos dictadorzuelos como los que abundan en la cuenca del Caribe. Es evidente que para asegurar el éxito de la comedia montada, el mandatario carioca debió consultar y coordinar la estrategia con las altas esferas que habitan en las márgenes del Río Potomac, sede del poder real en materia de política exterior en la región latinoamericana.
Por supuesto que el Brasil, como representante de una tradición de vieja data que ha hecho del asilo político una de las conquistas del derecho internacional americano, tiene plena potestad de recibir a Manuel Zelaya en la sede de su representación diplomática en Tegucigalpa y otorgarle protección. Sólo que hizo falta que comunicara su decisión a las autoridades legítimas del gobierno hondureño, en este caso el Ministerio de Relaciones Exteriores, y solicitara al mismo tiempo el otorgamiento del correspondiente salvoconducto para que el presunto asilado salga del país. Hasta ahora esto no ha sucedido, posiblemente debido a la falta de reconocimiento, por parte del Brasil, del gobierno del Presidente Micheletti. Pero esto no sería ningún obstáculo para la hábil diplomacia brasileña, que de sobra sabe que una nota verbal a la Cancillería en nada compromete al Jefe de Misión ni implica reconocimiento de un gobierno calificado como de facto. En la historia diplomática latinoamericana hay varios ejemplos al respecto. Conociendo el bien merecido prestigio que goza la diplomacia profesional de Itamaraty, semejante traspié resulta incomprensible. Al parecer, la burda puesta en escena de la obra no tuvo en cuenta estos bemoles, que no pasan desapercibidos para quienes ven un poco más allá del largo de su nariz…
¿Qué pretende el gobierno brasileño con esta jugada indigna de un país con sueños y vocación de gran potencia? ¿Quién fue el “genio” que aconsejó semejante maniobra? ¿Acaso algún representante del increíble eje La Habana-Caracas-Washington? Lamentablemente, el Presidente Lula parece no haber meditado seriamente la movida y los costos que éstos implican para el prestigio y la tradición de la diplomacia de Itamaraty. Una vez más, la confabulación del zurdismo internacional se echó a la bolsa al representante de un país que hasta ahora había concitado la admiración y el respeto de sus vecinos.. Para la diplomacia brasileña, habrá un antes y un después de Honduras. Un gigante con pies de barro se ha desmoronado por obra de un hábil liliputiense, o si se quiere, Goliat ha caído abatido por el pequeño David, en este caso orgulloso representante de la dignidad centroamericana.
A guisa de colofón, podemos recordarle al Presidente Lula da Silva la famosa y trágica frase pronunciada por Julio César, cuando fue alevosamente asesinado víctima de un complot urdido por los senadores romanos: “Tu quoque, Brute?” (¿Tú también Bruto?).
COMENTO: no caso, os "senadores romanos" são hoje personificados pelo Mico Mandante venezuelano e o pedófilo nicaraguense. Já a figura de Brutus cai como uma luva no Top-top e no Megalonanico, duas figuras que estão destruindo a excelente imagem, duramente conquistada pelos profissionais do Itamaraty. Recuperar esse prejuízo será tarefa hercúlea.

Neo Ianques “Go Home”!

por Hamilton Bonat
A situação em Honduras está cada vez mais complicada. Segundo os entendidos, o senhor Zelaya tentou rasgar a Constituição. Judiciário e Legislativo não deixaram. Portanto, parece exagero afirmar que houve um golpe de estado. Exagero maior é classificar o evento como golpe militar. Não vou me intrometer nessa discussão, pois, a meu ver, caberia à Honduras - Nação Democrática e Soberana - resolver seus problemas.
Vou me fixar somente no fato de a nossa embaixada em Tegucigalpa ter acolhido (dá até para desconfiar que tudo estava combinado) o bigode do chapeludo Don Zelaya. Nada tenho contra o chapéu, a não ser o fato de seu dono, ao que consta, não retirá-lo nem em enterro. É seu marketing. Com o “Panamá” na cabeça, ele sente-se superior aos demais viventes. Mas isso é assunto para professor de boas maneiras, não para mim.
Preocupa-me mesmo é o bigode, ou melhor, são seus fios. Claro que já vai longe o tempo em que um fio de bigode garantia a palavra empenhada. As coisas mudaram tanto, que ele e a própria palavra perderam credibilidade. Atualmente, nem mesmo um contrato assinado, com todos os carimbos e protocolos que servem para oficializá-lo, tem valor.
A Constituição, na condição de Carta Magna de um País, deveria ser cumprida, em especial pelos mandatários dos chamados “Estados Democráticos de Direito”. Mas, como são poucos os bigodes confiáveis – e o do senhor Zelaya não é um deles – alguns líderes têm tentado driblá-la.
Foi esse o bigode que acolhemos, interferindo diretamente na política interna da pequenina Honduras. Resta saber que interesses estratégicos, humanitários, econômicos ou mesmo políticos levaram o Brasil a essa aventura. Sinceramente, não os consigo visualizar.
Vamos seguir algumas pistas para tentar encontrar a explicação.

Pista 1: Honduras situa-se na rota do tráfico de drogas entre Colômbia e Estados Unidos.
Pista 2: Interessa às FARC ter um “amigo”, para qualquer eventualidade, no comando daquele País.
Pista 3: Hugo Chávez apóia as FARC.
Pista 4: Nossa política externa anda à reboque do “líder bolivariano”.
Pista 5: Chávez sugeriu que déssemos uma de ianque.
Conclusão: esta é com você, caro leitor-detetive. Poderão até dizer que meu raciocínio é simplista demais, e é mesmo. Mas, ao mesmo tempo, é lógico.
Há décadas temos lido e ouvido o bordão “Yankees go home”! Por todos os cantos, inclusive no Brasil, a frase tem soado como protesto à onipresença norte-americana. Agora, graças às trapalhadas do senhor Celso Amorim, porta-voz de Marco Aurélio Garcia, o “ministro de fato” das Relações Exteriores, estamos virando “neo ianques”. Talvez, logo, logo, voltemos a nos denominar “Estados Unidos do Brasil”!
Fonte: Hamilton Bonat
COMENTO:  efetivamente, houve época em que bigode, ou um fio de bigode, foi símbolo de honestidade e honra. "Nuncantesneçepaíz" os bigodes representaram figuras tão deprimentes. Hoje representam nepotismo, "revogações irrevogáveis", "concertações peremptórias", e outras atitudes do mesmo jaez. Que me perdoem os bigodudos honestos.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mais Claro, Impossível!

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Na quinta-feira, 24 de setembro, a Secretaria de Relações Exteriores de Honduras emitiu uma nota cristalina sobre a "atuação brasileira" no episódio da invasão do que já foi embaixada brasileira naquele país, mas que hoje foi transformada em albergue de alguns agitadores vagabundos.
Clicando aqui, você poderá ver a nota original. A tradução, em português, segue abaixo:
"A Secretaria de Relações Exteriores comunica às opiniões nacional e internacional:
1. Que o presidente do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, e seu chanceler expressaram aos meios de comunicação, nas Nações Unidas, que o seu governo não teve conhecimento prévio da entrada do senhor José Manuel Zelaya Rosales - foragido da Justiça hondurenha - nas dependências que o governo do Brasil ainda mantém em Tegucigalpa.
2. Que essas afirmações foram categoricamente desmentidas pelo principal beneficiário e protegido, senhor José Manuel Zelaya Rosales, que no dia de ontem declarou dos escritórios do Brasil em Tegucigalpa que 'foi uma decisão pessoal e foi consultada com o presidente Lula e com o chanceler Amorim, igual com o encarregado de negócios aqui de Tegucigalpa'.
3. Que, à luz destas declarações, fica evidente a intromissão do governo do senhor Lula da Silva nos assuntos internos de Honduras.
4. Que sendo a presença do senhor Zelaya na Missão do Brasil em Tegucigalpa um ato promovido e consentido pelo governo do Brasil, recaem sobre este a responsabilidade pela vida e segurança do senhor Zelaya e pelos danos à integridade física das pessoas e das propriedades derivadas da permissão de que se converta essa Missão em plataforma de propaganda política e concentração de pessoas armadas que ameaçam a paz e a ordem públicas internas de Honduras."
Fonte: Folha On Line
COMENTO: e o nosso borracho-mentiroso ainda tem a cara-de-pau de desafiar "Vocês vão ter que acreditar num golpista ou em mim". Não se sabe se ele se referia ao Mico Mandante venezuelano ou ao clone malfeito do Ratinho pois foram eles que anunciaram a anuência prévia de Luivináfio e do Megalonanico para a "ocupação" do prédio brasileiro por Zé Laia e sua laia. Obviamente, ele não teria coragem de expor-se a uma competição com o governo hondurenho em termos de credibilidade. Por motivos mais do que óbvios.

Fuck le Avion

por Jorge Serrão
O Brasil vai mesmo comprar os caças franceses Rafale, da Dassaut, e PT saudações. O negócio foi sacramentado ontem, em Pittsburg (EUA), onde aconteceu a cúpula do G-20. O chefão-em-comando Stalinácio da Silva teve uma reunião privada com o colega francês Nicolas Sarkozy e sacramentou que o Brasil ficará com os caças franceses para reequipar a FAB. A decisão deve ser anunciada esta semana – se não houver algum acidente político grave.
Até Dona Marisa Letícia participou do encontro decisivo. O que Lula ganha com o avião francês? Talvez Deus saiba. E como o chefão Apedeuta sabe mais que Deus e cada vez mais esbanja seus poderes divinos de “presidente-sol”, a Força Aérea Brasileira que se dane. Ou melhor, no estilo bem chulo, porém em francês: “Fuck le avion”. Pouco importa se dois Rafale da Marinha francesa caíram, quinta-feira passada, no Mar Mediterrâneo. “Fuck le avion. La chose est la commission. E PT salutations" – como se diria, no francês mais vagabundo, lá na Praça Mauá ou na carioca Praça Paris – duas zonas onde a prostituição come solta na calada da noite.
A torcida do Flamengo sabe que os tais Rafale só foram vendidos para as Forças Armadas da própria França. A torcida do Corinthians também tem conhecimento de que o preço e a manutenção dos caças franceses são bem mais altos que os do Gripen NG da Saab (Suécia). Tudo indica que a vontade absolutista de Lula prevaleceu até sobre a forte pressão da norte-americana Boing – cujos lobistas fizeram de tudo para emplacar seus caças F-18 (operacionalmente mais confiáveis e testados no mundo inteiro). “Fuck le plan”. A FAB vai pagar o pato.
O desgoverno petista – que é uma continuidade aprimorada do desgoverno FHC - trata as Forças Armadas com desdém. Só os militares convertidos ideologicamente em militantes marcham contra esta realidade objetiva. O Exército precisou se submeter ao vexame de comprometer o esquema de funcionamento dos quartéis como tática de pressão política para arrancar do Ministério do Planejamento a liberação de verbas criminosamente contingenciadas pelos burrocratas inimigos da soberania e da segurança nacional.
A guerra assimétrica contra as Forças Armadas ganha neste domingo mais um ingrediente. O governo federal lança a campanha "Memórias Reveladas". Será um investimento de R$ 3,5 milhões em propaganda ideológica. Curiosamente, para isto, não falta verba. A campanha tem o dedinho ideológico do Bolcheviquepropagandaminister. Será comandada por her Ottoni Fernandes Junior, secretário executivo da Secretaria de Comunicação (SECOM) da Presidência da Republica. Objetivo: mobilizar a sociedade a buscar informações sobre 140 desaparecidos políticos, entre 1964 e 1985, cujos corpos até hoje não foram encontrados.
A campanha consistirá de três filmes, com versões de 1 minuto e 30 segundos, criados pela agência Matisse e dirigidos por Cao Hamburger, Helvecio Raton e João Batista de Andrade. Também serão veiculados quatro anúncios impressos com a mensagem: "Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça". O plano de mídia inclui peças de internet e cartazes que servirão de apoio à mobilização. No site da campanha, www.memoriasreveladas.gov.br pode ser visto um filme de 5 minutos com imagens de 140 desaparecidos políticos.
Ottoni adverte que não existe uma pretensão revanchista na campanha – que deve desagradar aos militares. Justificativa oficial: "Só queremos encontrar vestígios destas vítimas e saber exatamente o que aconteceu com elas". Os idealizadores da campanha alegam que, por se tratar de um tema sensível e abordar a morte de brasileiros que lutaram contra a ditadura e da dor daqueles que não tiveram direito de enterrar seus corpos, optou-se por um olhar autoral na realização dos filmes.
A turma do Stalinácio já apertou o botão “fuck” há muito tempo. O sentimento de triunfo histórico lhe transmite segurança. O chefão não dá bola para o imponderável. Onde ele vai chegar? O céu é o limite. E Fuck le avion! E vive la comission!
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista,
Publicitário e Professor.
Fonte:  Alerta Total

domingo, 27 de setembro de 2009

Os Militares e o Evangelho de São Mateus

por Murilo Badaró
A notícia de que os comandantes militares foram excluídos do palanque oficial no desfile de 7 de setembro por determinação do cerimonial da Presidência da República, com o ridículo propósito de impedir fotos do alegre chefe do governo brasileiro ao lado de oficiais fardados, levou-me a rever a cena para confirmar a estranha notícia. Não é de hoje que os militares são vítimas de infame campanha de desmoralização, urdida por esquerdistas revolucionários, até hoje ressentidos com a ação das Forças Armadas, que impediu a tomada de poder no Brasil, evitando a stalinização do país.
Para dar sustentação a essa constante mentira de certos setores da imprensa, por eles controlados, buscam argumentos nas inevitáveis violências praticadas por alguns militares mais afoitos, em pleno curso da guerra que travaram contra sequestradores, terroristas e guerrilheiros aliciados entre a juventude por asseclas do PCB. Eram assassinos brutais, que matavam por ideologia, a mais cruel forma de se livrar do semelhante contrário à ideologia do matador. Os próprios militares realizaram investigações para punir eventuais deslizes de conduta de seus soldados sem, contudo, até hoje merecer o reconhecimento por parte desses detratores inconformados com sua derrota.
Muito mais grave do que o ato descortês dos donos do poder foi a notícia de que as Forças Armadas, totalmente desarmadas, especialmente o Exército, viram-se obrigadas, por falta de recursos, a reduzir seu expediente de trabalho, diminuir a convocação de recrutas e colocar de lado práticas de treinamento responsáveis pela disciplina e rigor militar. O Brasil assiste impassível aos desdobramentos da corrida armamentista de seus vizinhos aloprados, oferecendo como resposta a apalermada compra de 36 aviões de combate franceses, alguns helicópteros e quatro submarinos, que só serão entregues daqui a uma dezena de anos. Uma falácia com odor de negociata.
A força terrestre, dissuasória e capaz de ocupar e manter áreas ocupadas, está sem recursos para prover a alimentação e o soldo de seus soldados, sem armas e fardamento. Quando acontecem tragédias semelhantes às de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para vigiar as fronteiras hoje entregues ao controle de ONGs estrangeiras e índios não aculturados, convocam prontamente os bravos soldados do Exército, da FAB e da Marinha para ajudar a população, ocupando os espaços deixados vazios pelo governo irresponsável. A cada pesquisa dos institutos, as Forças Armadas aparecem invariavelmente na liderança das instituições que gozam de maior prestígio e respeitabilidade perante a população. Qual a razão dessa perseguição contra os militares, a ponto de negar-lhes recursos orçamentários para manutenção? A resposta está no grande número dos derrotados de 64 no comando do atual governo. Diz são Mateus (23, 12) que os "humilhados serão exaltados". E aplica a vergasta nos fariseus que "filtram um mosquito e engolem um camelo". O tempo carrega a verdade pela mão.
Murilo Badaró é Presidente da Academia Mineira de Letras
End eletrônico: mbadaro@uai.com.br

Cómo la SIDE Kirchnerista Espía en Secreto a Funcionarios y Periodistas



EL PROYECTO VAMPIRO, ENTREVISTA A IVÁN VELÁZQUEZ
por Christian Sanz
Uruguay es un país extraño, una suerte de postal de ciertas ciudades argentinas de los años 60 y 70, donde muchos argentinos gozan de pasar sus vacaciones. Allí, en un lugar llamado Florida, al que se llega luego de varias horas de viajar en micro, se encuentra detenido Iván Germán Velázquez, tildado como un súper hacker en un expediente judicial impulsado por la Secretaría de Inteligencia - ex SIDE - a efectos de despegar a sus propios funcionarios de un escándalo mayúsculo, ampliamente relatado en Tribuna de periodistas.(1)
Quien escribe estas líneas estuvo el pasado jueves 17 de septiembre visitando a Velázquez en el patio del lugar donde se encuentra detenido desde hace ocho meses por una causa de mega espionaje relacionada con el expediente que tramita en la Argentina. Lo primero que sorprendió a este cronista fue verlo bien vestido - con saco y camisa - y de buen semblante, lejos de la imagen caída que uno esperaba en situaciones como la que le tocan en suerte al ex agente de la SIDE.
Allí, Velázquez contó a este periodista parte de una trama de película sobre cómo, entre otras cosas, un grupo de espías argentinos diagramó en el más estricto secreto un proyecto de mega espionaje e intercepción de correos electrónicos de funcionarios, jueces y periodistas.
Asimismo, mostró partes del libro que está a punto de publicar sobre su paso por la Inteligencia vernácula, llamado Inteligenci@: de la SIDE al exilio, el cual está plagado de documentos y se acompaña con un CD que contiene detalles de cómo se espía a funcionarios y personas relevantes merced a un grupo de forajidos que ha copado la ex SIDE hace varios años. Todo con la venia oficial del kirchnerismo.
A continuación, se ofrece una apretada síntesis de la historia que Velázquez ha contado a este periodista y que es parte de la obra que publicará en estos días.
La viveza criolla del espionaje
Mucho se ha hablado en todos los medios de la existencia de una "Unidad de Inteligencia Irregular" que, con el objetivo de conspirar políticamente, habría realizado durante los últimos dos años la "interceptación" de teléfonos celulares, mensajes de texto y correos electrónicos de casi la totalidad de la clase política argentina, en una maniobra que algunos analistas han catalogado como la mayor operación de espionaje de la historia argentina, o como algunos se han atrevido a denominarlo el Watergate sudamericano, lo que terminó en una causa radicada por la propia Secretaria de Inteligencia (ex SIDE) en el Juzgado Federal nº 1 de San Isidro a cargo de la jueza títere, Sandra Arroyo Salgado de Nisman y que tendría como presuntos imputados de dicha "conspiración" al ex jefe de la SIDE, Juan Bautista Yofre, al ex director de contrainteligencia de la Policía de Seguridad Aeroportuaria (PSA) Iván Germán Velázquez, al subdirector de la PSA Pablo Carpintero, al ex secretario general del ejército Gral. Daniel Reimundes y a los periodistas Héctor Alderete, Roberto García, Edgar Mainhard, Darío Gallo y Fernando Ortíz Zabala, entre otros.
Sin embargo, esa faceta que ha trascendido por - y a través de - los medios oficialistas y que ya se ha transformado en cualquier cosa fuera de lo que realmente es, tiene una arista oculta y con una trama secreta que, no sólo es diametralmente opuesta de lo que se trata de hacer trascender públicamente, sino que además de involucra a funcionarios de todos los colores y jerarquías. Tiene un comienzo tan antiguo como la caída de las Torres Gemelas, en el marco del gobierno del entonces presidente de la Nación, Fernando De La Rua.
Corría el año 1999, cuando desde la "Sala Patria" de la ex SIDE ubicada entonces en la base de la calle Coronel Díaz, se había formado - en conjunto con algunas agencias de Inteligencia extranjeras tales como el BND alemán, la MOSSAD israelí, la CIA norteamericana y el CESID (hoy CIN) español - una especie de "mesa de trabajo" abocada al esfuerzo en tareas de Reunión e Inteligencia en materia antiterrorista, que estaba entonces conformada por agentes de la ex SIDE que habían participado durante las tareas de Inteligencia sobre los atroces atentados contra la embajada de Israel en Buenos Aires y la sede de la mutual judía AMIA - cuya tarea era prever lo que algunos dieron por llamar "la hipótesis del tercer atentado" -, grupo que posteriormente se denominaría "Centauro" y que dependería de la Dirección General de Contraterrorismo y Contraproliferación - DGCNTRATER. Este se encargaría del monitoreo de probables actividades terroristas en la región, con claro epicentro en las zonas de la Triple Frontera, Monte Caseros y parte del Noroeste argentino.
Para estas tareas, hasta el momento nobles, como es el combate al terrorismo y la investigación de los atentados contra instituciones israelíes en la Republica Argentina, los ingenuos servicios de inteligencia extranjeros - que desconocen la idiosincrasia de los espías argentinos - habían donado todo tipo de tecnología que iba desde micrófonos láser y microondas Direccionales, teleobjetivos digitales de última generación, valijas y escucha de telefonía celular analógica-digital, hasta armamento - que finalmente no se concretó - y vehículos, por aquellos días, último modelo.
En torno a este último obsequio, hay una anécdota que muestra a las claras cómo se manejan algunos funcionarios argentinos: con la excusa de una revisión del Plantel Automotor de la ex SIDE por parte de los responsables de la Comisión Bicameral para el seguimiento de las Actividades y Organismos de Inteligencia, un el flamante Honda Civic color rojo fue a parar a manos de unos de los senadores de esa comisión, con la excusa de una "revisión técnica" a los talleres que la ex SIDE tiene en un galpón sobre la Av. Montes de Oca. Ese legislador usaba el vehículo para ir diariamente desde su departamento a lo de su amante y ocasionalmente para cumplir con su concurrencia a la sede legislativa que como Senador de la Nación le competía.
Desmadre total
En el año 2001 comenzó con la agitación contestataria por parte de las "Organizaciones Sociales Sindicales Territoriales y Combativas", catalogación que la entonces SIDE había configurado para estructuras como la Central de los Trabajadores Argentinos (CTA) liderada por Víctor Degenaro, la Federación por la Tierra, la Vivienda y el Hábitat (FTV) conducida por el entonces concejal del FREPASO Luis Ángel D`Elía, la Corriente Clasista y Combativa (CCC) del mítico Carlos Nolasco "perro" Santillán y su vertiente territorial afiliada al Partido Comunista Revolucionario (PCR), liderada por el matancero Juan Carlos Alderete, el Movimiento de Desocupados de la CCC, entre otras tantas decenas de estas organizaciones que iban multiplicándose conforme se agravaba la situación social en el país y que bajo la excusa de transformarse en un "amenaza a la seguridad interior al orden constitucional" y a la "paz interior", comenzaron, tanto ellas como sus dirigentes - bajo órdenes del Director de Operaciones, Antonio Horacio Stiuso - seguidas, intervenidas e infiltradas hasta el hartazgo.
Pero pese a todos los esfuerzos y órdenes de búsqueda y Reunión de Información (O.R., Orden de Reunión en la jerga de la Inteligencia) que se emitían, los núcleos de estas estructuras estaban conformadas por células impenetrables, lejos del alcance de la infiltración por parte del factor humano y las escuchas telefónicas sólo producían horas de material "blanco", es decir, nulo y carente de valor como información de Inteligencia. Por todos lados se había puesto un alerta y se sabía - y palpaba en el aire- que el estallido social era algo que iba a suceder de un momento a otro.
Para ese entonces, la casualidad juega su pase y uno de los informantes que la ex SIDE mantenía dentro de la CCC del "perro" Santillán, bajo el nombre de cobertura de "Federico Carrasco", eleva en el mes de octubre a su agente controlador Ignacio Gastón Vélez, nombre operativo del entonces agente de la SIDE Iván Germán Velázquez, un parte impreso que los manifestantes denominaban "plan de lucha escalonado" que no era otra cosa que una hoja impresa desde una computadora con el formato de una cuenta de e-mail, donde además de detallarse todas las actividades que se tenían previstas para el mes de octubre, contenía una dirección de correo electrónico (cccmesafederal@cuidad.com.ar) desde donde se impartían las órdenes hacia otras direcciones de correo electrónico correspondientes a referentes barriales y dirigentes políticos a lo largo y ancho de todo el territorio nacional, en una maniobra cuasi militar de "pinza", que cercaba todo el conurbano bonaerense en varios anillos hasta confluir en la mismísima Plaza de Mayo. La orden de ese e mail que incluía textualmente "apretar a Hugo Moyano para que ponga guita y los micros" llevaba la firma de una tal "Margarita" que no era otra persona que la responsable de prensa de la CCC y miembro del PCR, Margarita Peñalillo.
Para ese entones, las presiones de Stiuso por información - que al día de hoy no se sabe si la elevó al Poder Ejecutivo, ya que se habría anticipado con información A1, el golpe institucional que se gestaba, paso por paso - eran un fastidio y la base de Coronel Díaz un hervidero de insultos; pero el parte de operaciones piquetero había mostrado la cadena de mandos y el medio de transmisión - hasta ese momento insólito para la propia ex SIDE - por el cual circulaban tanto las ordenes como los informes de situación inherentes a cada una de las mesas barriales o células contestatarias: el correo electrónico.
El Proyecto Vampiro
El impreso con las direcciones de mails y el plan de lucha que había recibido el jefe de departamento, Carlos Bilbao - de manos de Velázquez -, había ido y vuelto tan rápido, pasando por la Dirección de Análisis, que la reunión entre el jefe de Departamento, el jefe de División, Javier Peyte, otro agente de iniciales R.B. e Iván Velázquez en el primer piso del bar "Bartolomeo" ubicado a pocas cuadras de la base de Coronel Díaz, versó sólo y específicamente sobre una orden directa de Stiuso: intervenir como sea - entiéndase: no legalmente - todas las casillas de e-mail vinculadas al impreso en cuestión.
Pese a los cambios que se produjeron en la Base motivados por los celos de Stiuso y su pelea con los entonces Directores Patricio Pfinnen y Víctor Ruiz por las disidencias entre las pistas sirias e iraníes en torno al atentado a la AMIA, y que terminara con las renuncias de estos dos últimos - y meses después del Jefe de Departamento -, se decidió por orden de los nuevos mandos, esta vez a cargo de los Jefes de Departamento y de División - la base, por castigo de Stiuso para con Pfinnen y Ruiz, había perdido el rango de "Dirección" para transformarse en un "Departamento" y a depender de la Dirección de Operaciones bajo órdenes directas de Stiuso - de las áreas 31 y 32 a cargo de Raúl Maytel y Alejandra Ravenna, darle curso urgente a la interceptación de e-mails, con lo que se comenzó a experimentar con técnicas de rootkits, fuerza bruta, administradores remotos y técnicas avanzadas de clonación que más tarde serían conocidas con el nombre de "Phishing" en lo que se denominara "Proyecto Vampiro".
Luego se chequearon los servidores de la Base y ahí apareció la paranoia de Jaime: como eran mantenidos por una empresa de origen americana, la CIA eventualmente podía tener acceso remoto desde el exterior, lo cual provocó que echara al personal de mantenimiento perteneciente a esa empresa privada y se lo reemplazó por una solución casera, el personal de confianza que tuviera conocimientos de informática, en el más absoluto secreto y operando sólo unas pocas personas. Por lo general los fines de semana, cuando la totalidad del personal no estuviera presente, especialmente los que no eran de confianza de Antonio Horacio Stiuso; entre ellos los agentes Maximiliano La Regina, María Zoee Ballarino, Alejandro Cutrin, Adriana Mazza, Ramos Mendoza, Carlos Alberto Álvarez - esposo de Adriana Mazza -, Adriana Anselmo, Susana Ianigro, y otros que, por el hecho de que de la noche a la mañana se movió la cámara de seguridad del pasillo, fueran trasladados o despedidos como Matilde Cárrega, Rodrigo Bonini, Rolando Backering, Roberto Boujon y Fabián Campos entre otros. Ahí se desarrollaron dos sistemas que al día de hoy siguen interceptando las cuentas de correos electrónicos de toda la dirigencia política argentina y de los países limítrofes, el Interceptor Vampiro Activo o "I.V.A.N.", encargado de atacar cuentas y servidores; y el sistema pasivo, encargado de recibir los mensajes interceptados mediante un mecanismo man-in-the-middle o "I.V.A.C", siglas de Interceptor Vampiro Captor-pasivo.
Así empezó primero con el terrorismo, luego con una suerte de asuntos internos - con la excusa de que se estaba filtrando información - espiando a todos los agentes y ex agentes de la ex SIDE. Uno de los primeros que culminó con una sanción fue el caso de la ex agente Matilde Cárrega, quien desde su casilla personal (doree007@hotmail.com) envió un mensaje al foro del sitio SEPRIN donde criticaba a Stiuso y a los virtuales jefes de la base de Coronel Díaz: Alejandra y Raúl, lo que para ella terminara en un sumario. Hoy quizás a través de esta investigación se esté enterando por qué y cómo se la reprendió.
Lo propio se hizo contra Adriana Anselmo, de quien decían que tenia HIV/SIDA y que hacía "macumbas", llegando incluso hasta la persecución contra el mismo Pocino y Massino a quienes se rastreaba a través de la cuenta de Silvia Cucovaz y de Susana Mancusso de la base Billinghurst. A esta última además se la mandaba a seguir con vehículos de Contrainteligencia a boliches swingers, adonde concurría sobre la calle Anchorena en compañía de Alberto D`eramo y José Villalba. Hay mucho aún sin contar sobre - contra - el ex socio de Stiuso, Allan Bogado. Entre aquellos que interesaban a Stiuso resaltaba un mail: (fronteranorte@arnet.com.ar) de donde este decía que podía obtener data de la droga que secuestraba la Gendarmería y los operativos que realizaban "para tener a todos agarrados de las pelotas" - en referencia a los altos mandos de la GNA -, mientras que por otro lado jugaba a ser amigo del jefe de inteligencia de la GNA, Cte. My. Jorge Tapia y su obstinada obsesión de ingresar a los mails corporativos de la firma DATUM & WAYS.
Luego siguieron los jueces. Entre sus favoritos estaban Daniel Rafecas y Raúl Zaffaroni, quienes tenían por ese entonces como claves de sus correos ams..... y feu..... A este último, Stiuso no se cansó de espiarlo junto a una de sus tantas parejas, el periodista de Página/12, Cristian Alarcón Casanovas, llegando incluso a comisionarle a Velázquez los seguimientos que devinieron en encuentros sexuales, entre estos, uno en un hotel de Mar del Plata y otro en Colombia donde - en ambas ocasiones - se los filmó en situaciones privadas. Esos tapes, Velázquez jamás se los entregó a Stiuso y eso terminó provocando una serie de enfrentamientos e internas que, luego de que se ordenara espiar a Daniel Santoro - de quien decía que es "un hijo de puta al que voy a matar", junto con Héctor Magneto -, derivaron en una pelea que terminó con la ex SIDE accediendo a las casillas del propio CEO de Clarín. El escándalo fue tal, que varios integrantes de esa base renunciaron en lo que culminó con la publicación de intimidades de muchos políticos, entre los que se encontraban Juan José Bautista Pampuro - que en ese entonces era Ministro de Defensa -, de las intimidades del ex fiscal Pablo Lanusse y otras personalidades. Este hecho fue conocido como el "destape del 2006" (2).
No casualmente el 1º de mayo de 2006, por orden de Stiuso, se trasladan los "vampiros" - que semanas antes tenían siete "Eudoras" (programa similar al Outlook Express) -, se destruyen los CD´s en trituradoras especiales y se cierra la base Coronel Díaz, pero no sin que antes Velázquez se llevara las únicas copias de los 6 años de archivos sobre las "debilidades" de la clase política argentina, quedándose Stiuso sin el preciado material con el que tenía pensado extorsionar a diestra y siniestra; razón por la cual iniciara una cacería feroz contra Velázquez.
Es dable mencionar que Velázquez fue quien provocó que se vetara la norma promovida por Stiuso y Toma, conocida como "Ley Espía", con la cual se pretendía espiar y almacenar las comunicaciones telefónicas y conexiones a Internet de toda la población, lo que incluía el registro de todos los sitios visitados por el usuario como así también los chats mantenidos, obligando a las empresas prestatarias de estos servicios a almacenarlas por un período de 10 años, en un negociado en el cual Stiuso, mediante su empresa y "socios" pretendía ganar cientos de millones de dólares suministrando a las empresas prestatarias los servicios de telecomunicaciones, el asesoramiento técnico y los medios de almacenamiento - o soporte magnético - donde este mega back-up iba a ser almacenado. Todo a través de sus firmas, las cuales iban ser concesionarias directas, en ese entonces Digital Tape y American Tape, con sede en Buenos Aires y Miami. Finalmente la "Ley Espia" fue vetada, Stiuso perdió millones, cerró una base operativa y se quedó sin archivos para extorsionar a las libertades individuales sin que nadie lo supiera.
Joaquín Pereira, Fernando Pocino, Stiuso y la PSA
En octubre de 2005, aunque ya Velázquez prestaba asesoramiento en el área de Delitos Complejos de la PSA, no es sino hasta mayo de 2006 cuando efectivamente se asimila como oficial de esta recientemente creada fuerza de seguridad, luego del escándalo de las valijas con droga a España, en el controvertido affaire Southern Winds, pasando a colaborar en la creación de lo que posteriormente sería el Área de Contrainteligencia, sector encargado de las tareas que iban desde Asuntos Internos hasta labores anticontrabando y antiterrorismo. Sin embargo, los problemas recién comenzaban y un viejo conocido de Velázquez cuando este revisto en las filas del Ejército argentino, el Sub.My. Joaquín Conrado Pereira aparecía en escena nuevamente, en esta ocasión en representación del mando unificado de la SIDE - Pocino-Stiuso-Gobierno - a solicitar que se autorizase a la ex SIDE a operar a los "vampiros" desde el Aeropuerto Internacional de Ezeiza. A cambio, la ex SIDE "no molestaría más". Esta vez, pese a la resistencia, la orden era incondicional y las negativas las sostuvo durante un tiempo hasta que la ex SIDE - por sus propios medios y con el agente y parteneire de Stiuso en el negocio del contrabando y el trafico de drogas, Alejandro Patricio, como representante de la misma en la sede del Aeropuerto Internacional - logró su cometido generando un juego del gato y el ratón que culminó con persecuciones, hostigamientos y amenazas de proporción y tiroteos que obligaron a que los integrantes de la Contrainteligencia de la PSA se vieran obligados a cumplir trabajos sucios y "favores", tanto al mismo Presidente - entonces Néstor Kirchner - como a la ministra de Defensa, Nilda Garré, a quien, a través de su secretario de Asuntos Militares de dicha cartera, Germán Montenegro, solicitaba el "monitoreo" (eufemismo para no decir "espiar") a personalidades como los integrantes de la Unión de Promociones, pasando por la ex funcionaria Andrea Prodan; sin contar el tener que hacer "los pedidos" de la ex SIDE, que incluían a todo el orbe político y hasta la propia casilla de Maximo Kirchner (unmitovivo@hotmail.com) donde Stiuso tenía particular interés en las relaciones de este con Walter Abarca y Rudy Ulloa Igor.
Pero la ex SIDE al parecer temía constantemente la inestabilidad de Velázquez, quien ya en el 2006 había pateado el tablero por la ilegalidad de las operaciones de la Secretaría. La primera semana del mes de abril de 2008, alertado por ex-colegas de la propia ex SIDE, le avisan que esa noche lo iban a secuestrar y asesinar. Hasta ese momento, no existía ninguna causa penal armada en su contra.
Un día más tarde - véase el diario Página/12 donde Marcelo Sain diplomáticamente dice que Velázquez fue separado de su cargo por "ir a increpar personalmente a un alto funcionario de la SIDE" -, Velázquez junto a sus subalternos entraron a punta de pistola a la "cueva" de la ex SIDE en Ezeiza llevándose, a modo de seguro de vida y en una camioneta, todo el material y archivos, así como equipos tecnológicos que a la fecha permanecen ocultos en algún lugar del continente cual "caja de pandora" a la espera de ser abiertos.
Semanas más tarde, Velázques sería acusado por el Gobierno kirchnerista de espionaje a políticos, del intento fallido de derrocamiento de Nilda Garré y de instigar el levantamiento del campo contra el gobierno de CFK. Todo armado en un paquete por Stiuso y Pocino y cocinado por la jueza-títere Sandra Arroyo Salgado de Nisman.
Sin embargo, recurriendo al sentido común, surgen tantos interrogantes que cabe hacer un alto para preguntarse:
1-¿Por qué a Velázquez se lo requiere en un pedido de extradición por "presunta violación del articulo 222" y no por el "allanamiento" y secuestro ilegal a una oficina de la Secretaria de Inteligencia? convengamos que el muy "ortodoxo" método de Velázquez y sus subalternos no fue el más legal y convencional de un procedimiento.
2-¿Por qué la ex SIDE no radicó la denuncia por estos hechos? ¿O acaso no podía justificar legalmente lo que había en esas computadoras?
3-¿Por qué la jueza esperó un término de 2 años para dar comienzo a las pesquisas y demás actuaciones? ¿Acaso durante ese período-ventana de 2 años Stiuso y Pocino se beneficiaron con esa información? Porque, en ese caso, estamos ante un flagrante caso de omisión de los deberes de funcionario público; en este caso el de la jueza Arroyo Salgado de Nisman, que tenía la obligación de haber denunciado el supuesto primer hecho delictivo y no haber esperado un plazo de 2 años.
4-Cabe nuevamente preguntar: ¿Stiuso y Pocino se beneficiaron o estaban involucrados desde el 2006 al 2008 con supuestas tareas de espionaje realizadas ilegalmente por una unidad de Inteligencia? ¿Por qué la jueza omite escuchas comprometedoras con el propio entorno presidencial y hasta con el propio Néstor Kirchner, como lo fue cuando este pidió "chupar" ilegalmente el correo electrónico laotrafaa@yahoo.com.ar, desde donde se enviaba spam con fotos del piloto Tango 02, desnudo junto a una lista de amantes homosexuales porque, según decía, era el favorito de su esposa?
5-¿Por qué si según Velázquez se utilizaba tecnología y equipos de la SI para las supuestas tareas de espionaje, esta no denunció esa falta de equipos, máxime cuando estos están por encima de los 100 mil dólares? ¿O no se denunció porque no convenía a la SI, sabiendo que se complicaría con las operaciones e interceptaciones que esta realizaba y realiza?
6-¿Donde está el proceso contra el suboficial del Ejército y agente de la SI que interceptaba los mails, tanto desde la comodidad de su casa en Caseros, como en los domicilios de sus amantes en Palermo y Mar del Plata y reportaba a la SI a través de la cuenta marianomejia32@gmail.com?
Reunión en Caballito Blanco
Corría mayo del 2006 cuando el entonces Sub. Of. (R) y agente de la SI Joaquín Conrado Pereira, quien se desempeñó en la ex Jefatura II de Inteligencia del ejército argentino - quien se encuentra actualmente indagado por la ubicación del cuerpo del mítico líder guerrillero erpiano, Roberto Mario Santucho, junto a la causa de DD.HH, por las desapariciones de los guerrilleros atacantes al RIM 3 Gral. Belgrano con asiento en la Tablada, que según grabaciones él mismo delata que estuvo involucrado en las ejecuciones y posterior desaparición de los guerrilleros del MTP, Provenzano y Samojedny -, cuando, a raíz de un colapso nervioso provocado por el cierre de la base conocida como Coronel Díaz y el escándalo de la divulgación de mails personales - que incluyeron a políticos, empresarios y periodistas - fuera internado en el Hospital Militar Central, haciendo un cuadro de preinfarto del que luego de recuperarse promoviera en el un rotundo cambio.
Un día miércoles de ese mes, después de ser dado de alta, un llamado telefónico efectuado por el Tcnl. Pablo Quiroga -íntimo de Pocino y Pereira - le avisaba a primera hora de la mañana que se preparara para encontrarse en horas del mediodía para almorzar en la confitería Caballito Blanco ubicada en la esquina de Sánchez de Bustamante y Alvear, a sólo 50 metros de la base Billinghurst, con algunos de los jefes que querían hablar con él, entre ellos el Director General de Reunión Interior, Fernando Gonzalo Pocino; el Director de la base Billinghurst, Gustavo "el mono" Quintana/Queirolo y la jefa de Departamento de dicha base, Maria Fernanda Madina/Madeo; quienes degustando de una entrada lo estaban esperando en una mesa.
Iniciada la conversación el punto era claro: la difusión de los mails había partido de la SIDE de Stiuso y para proteger los intereses corporativos de "La Casa", Pereira tenía que inculpar a la Jefatura III de Inteligencia del ejército, en ese entonces a cargo del Gral. Br. Osvaldo Montero - su antecesor, el Gral. Br. Mauricio Fernández Funes "Fefu", era primo de la jefa de Departamento de la base Billinghurst y a quien habían invitado un par de meses antes a la base donde habían conversado sobre que había que colaborar mutuamente y todas esas elocuentes frases que los ingenuos se tragan antes de que los agentes de la SI que carecen de códigos asesten la puñalada por la espalada - quien llevaba unos pocos meses en el cargo; y de la palabra a la acción al día siguiente de esa reunión, la Ministra de Defensa Nilda Garré había solicitado al J2 - jefe de Inteligencia militar - el listado secreto de todos los agentes de Inteligencia del ejército argentino amenazando con allanar la propia jefatura y Campo de Mayo en busca de equipos de interceptación de mails y escuchas de telefonía celular de los que dicha institución dispone.
Es así, ante esta embestida de la que el Ejército no tenía idea a que se debía que el J2 imparte la orden de redoblar la guardia perimetral del Área Militar de Campo Mayo con especial énfasis en la entonces CRIM - Central de Reunión de Inteligencia Militar - hoy denominada CIM, ante la sospecha de que agentes de la ex SIDE se infiltrase en el perímetro y "plantaran" material a los efectos de involucrar al Ejército en una maniobra totalmente ajena al sólo fin de cubrir la espalda de la SI. Pero el generalato astuto, previendo la jugada de algunos traidores dentro de sus filas, durante la noche en que se trató el tema en una reunión en el 7mo piso - como medida de seguridad - se dejó a Pereira y Quiroga sin conocimiento de nada, ya que se sospechaba que su tarea consistía en embarrar la cancha involucrando al Ejército en un escándalo de - y armado por - la propia ex SIDE para salvar su imagen. Sin embargo, Quiroga y Pereira se encontraban juntos reunidos y en contacto permanente por Nextel con Fernando Pocino, tratando de informarle a este último todo dato de interés o novedad que pudiera obtener por parte del Ejército.
Pero, más allá de la tarea asignada por la SI, consistente en involucrar al ejército en una sucia operación, Joaquín Pereira tenía sus propios planes.
Casado en segundas nupcias, 6 hijos de varias relaciones y dos amantes - una en Palermo de nombre Sara y otra en Mar del Plata de nombre Alejandra Ibaldi -, llevaba un estilo de vida que no podía sustentar bajo ningún punto de vista con su sueldo de suboficial retirado rondando los 2.500 pesos y tenía su propio jueguito personal del que le podría sacar provecho; en primer lugar, desplazar al hombre mejor preparado intelectual y profesionalmente para ocupar la jefatura de inteligencia del EA, el Coronel Juan Carlos Martene, en ese entonces subjefe de Inteligencia militar; y por otra parte "pasar a retiro" al Gr. Br. Osvaldo Montero, para nombrar en su lugar con ayuda de la Ministra de Defensa Nilda Garré, quien está ampliamente influenciada por Pocino ya que una de las hijas de la ministra está en pareja con este ultimo; a un hombre que sirviera a todos menos al propio Ejército, hecho que se logró luego de una amplia campaña de desprestigio contra Montero, nombrando en su lugar al actual Director de Inteligencia Militar, Gral. Br. Cesar Santos Milani, íntimo amigo de Pereira y con quien se jactaba de haber combatido juntos a la guerrilla en Tucumán entre otras "tareas" - con lo cual este pudo volver a tener un poco de respiro económico al volver a recibir los sobres con dinero de los fondos reservados de la ahora flamante Dirección de Inteligencia Militar - en tanto que la SI sacó provecho al tener a alguien que constantemente o cenaba en Puerto Madero o visitaba la base Billinghurst, a tomar café y charlar con el íntimo amigo el Gral. Milani, el propio director de la base con quien se conocían desde que este ultimo - "el mono " Gustavo Quintana/ Queirolo - había hecho la colimba teniendo al entonces Sub. Tte. Milani como instructor.
El paquete había cerrado perfecto. La Inteligencia militar se encontraba ahora bajo las directivas de la ex SIDE a la espera de hacer el trabajo sucio que esta última le ordenara. Ahora compartían tareas y todo lo que se elevaba a la SI a través de diversas cuentas y se centralizaban en marianomejia32@gmail.com a cargo de Pereyra; todo era visto tanto por Milani como Garré, Pocino y Stiuso. Sin embargo, ninguno de ellos fue imputado en la causa armada por la ex SIDE y la jueza-titere Arroyo Salgado; tampoco indagaron a Garré, quien tenía de manos de su Director Nacional de Inteligencia Estrategica Militar (DNIEM) Carlos Aquilar y del Secretario de Asuntos Militares, un IVAC (Interceptor Vampiro Captor-pasivo) en dicha oficina desde donde se seguían "chupando" todas las cuentas de la Unión de Promociones y Militares entre las que se encontraban las del propio Gral. Br. Montero (omontero@fibertel.com.ar y osvaldomontero@hotmail.com) las de la ex funcionaria de Garré que denunció una serie de maniobras non sanctas por parte de la Ministra, Andrea Prodan (andreaprodan@arnet.com.ar y prodanf@hotmail.com) y otro interceptor de la ex SIDE en Ezeiza que interceptaba al propio director Nacional de Inteligencia Estratégica Militar a través de su cuenta aguilarcarlosanibal@hotmail.com. Todo ello generando un intenso tráfico de correos electrónicos que iban desde diversas cuantas, centralizándose a marianomejia32@gmail.com. O la jueza no ve todo este caudal de información o se habrá transformado en inexistente, porque la Ministra de Defensa, además del espionaje doméstico, había ordenado espiar a todos los países limítrofes con énfasis en Chile y sólo dejó trascender el cuento de ser víctima y culpar a aquellos que se negaron a cumplir lo que denunció hace más de un año: que la ex SIDE venía espiando a Alberto Fernández y Carlos Stornelli. Fernández, insólitamente aseguró que hace unas semanas se enteró, alegando que no tenía conocimiento de que el ex Director de Contrainteligencia de la PSA Iván Germán Velázquez era funcionario del Estado argentino. Sin embargo, si se busca por Internet, aparece su nombre junto al de Pablo Carpintero y cuatro personas más que son nombradas bajo decreto presidencial en un documento público que lleva la firma del entonces presidente Néstor Kirchner, el entonces jefe de gabinete Alberto Fernández y el ex Ministro del Interior Aníbal Fernández.
Ahora, hasta donde se puede ver, la ex SIDE, a través de la prensa oficialista y sus operadores conocidos, viene hablando de una "banda de hackers". Sería interesante saber quiénes son esos "hackers", porque hasta donde se ve y se sabe, hay escritores, periodistas, un oficial Mayor y hasta el propio Velázquez que estudió Ciencias Políticas... y ninguno, a excepción del Stiuso, tiene una carrera en ingeniería en sistemas, informática o telecomunicaciones; algo que, de ser cierto, dejaría sin "partícipe necesario" a la causa armada por la jueza-títere Sandra Arroyo Salgado.
También es irrisorio cuando se insiste en hablar de una "banda de hackers integrada por ex agentes de Inteligencia". Sería interesantísimo que la jueza explicara cuáles son, dado que hasta el momento de la causa todos los supuestos implicados eran oficiales en actividad y parte de una estructura legal y gubernamental de Inteligencia y funcionarios de una fuerza de seguridad bajo las ordenes del Ejecutivo ejerciendo cargos como ser el Director y Subdirector de Contrainteligencia de la PSA, en tanto que el resto, a excepción del Gral. Daniel Reimundes, que fuera Secretario General del Ejército, son periodistas. ¿Acaso estos "ex agentes existieron" o son también como el terrorista iraní que el fiscal Alberto Nisman, esposo de la jueza Arroyo Salgado, tiene guardado en un placard?
¿Realmente era como todo parece indicar, una unidad de Inteligencia que fue presionada a realizar el trabajo sucio ordenado desde la Presidencia a través de la dupla Stiuso-Pocino hasta que ese sector dijo basta, se reveló y pasaron a ser perseguidos, con una causa como "paraguas" armada por la propia ex SIDE a través de "su jueza" Sandra Arroyo Salgado?
Lo cierto es que hasta el día de hoy - y esto es gravísimo - se siguen monitoreando los correos electrónicos de docenas de dirigentes y funcionarios sin que nadie diga nada y sin que el kirchnerismo haya advertido a estos la anómala situación. Uno de los tantos, es el caso de Luis D'elía, quien aún conserva su mismo correo y contraseña, lo cual permite a la SI controlar todos sus movimientos. El kirchnerismo lo sabe, pero jamás se lo hará saber, como hace con todos sus ministros y secretarios, a quienes tiene bajo estricto control.
Concluyendo
Lo aquí relatado es una síntesis apretadísima del libro que Iván Velázquez se apresta a publicar de manera inminente, titulado "Inteligenci@: de la SIDE al exilio". Allí, el ex Director de Contrainteligencia de la PSA cuenta todas sus vivencias a lo largo de una década de espionaje y operaciones clandestinas que van desde operaciones contra el terrorismo hasta un tópico que apareció a partir del año 2002: aprietes, extorsiones y asesinatos.
Asimismo, la obra cuenta con listados de jueces y fiscales que gozaban y gozan de la "cadena de la felicidad", esto es, sobres con dinero que les paga la ex SIDE. También hay un interesante listado de periodistas pagos al servicio de la SI.
"El libro incluirá un CD con fotos de todo tipo de personalidades en situaciones comprometedoras y videos de cámaras ocultas de funcionarios recibiendo coimas o paseando en sus autos en horario nocturno por la zona roja, luego de salir de reconocidos boliches porteños. Habrá infaltables escuchas telefónicas que van desde amantes despechadas hasta actos puros de corrupción y un dossier especial que incluye un informe secreto sobre los fondos de Santa Cruz, la carpeta secreta sobre el matrimonio Kirchner y otras perlitas que además de hacer que esta edición se agote provocará la rotura masiva de molinetes del Aeropuerto Internacional de Ezeiza", admitió Velázquez a este periodista.
Por lo visto, se vienen días aciagos, no sólo para ciertos funcionarios de la ex SIDE, sino también para el mismísimo matrimonio presidencial.
Christian Sanz
(1) Ver Periodico Tribuna.com.ar/Articulo=4078
(2) Ver Periodico Tribuna.com.ar/Articulo=2225
Buenos Aires - Argentina
info@PeriodicoTribuna.com.ar